Press | Comunicação Empresarial

Quem precisa de diploma?

no ar desde 07/Abr/2010 | postado por Natália Freire | 0 comentários
07
Abr
 

Dia desses vi uma ‘tuítada’ de um amigo meu sobre um robô jornalista, capaz de fazer entrevistas e tirar fotografias. O ‘robôporter’ (como eu o denominei) foi criado por cientistas do Laboratório de Sistemas Inteligentes da Universidade de Tóquio, no Japão. Segundo os estudiosos, o objetivo é substituir jornalistas pela máquina em áreas consideradas de risco, como nos fronts de guerra. A máquina tem capacidade de realizar entrevistas, buscar informações na internet para contextualizar o tema, escrever matérias e publicá-las na internet. Além de explorar ambientes, relatar a visão do local e capturar imagens através de uma câmera integrada.

 

Eu fiquei simplesmente abismada com aquilo que tinha lido. Como assim um robô, uma máquina, vai realizar atividades que, na minha concepção, exigem interpretação, conhecimento e uma base teórica que se adquire com alguns anos de estudo? E ainda vêm com essa de que é para nos proteger dos riscos de cobrir uma guerra? Primeiro começam a nos substituir fazendo “reportagens” de guerra, e pelo jeito que as coisas estão caminhando, daqui a pouco as redações estarão cheias de ‘robôporteres’, assumindo nossas atividades.

 

Até onde será que o trabalho humano pode ser trocado por uma máquina? Nosso ofício é exercido no dia a dia com bastante cautela: ouvimos os dois e mais lados dos fatos, apuramos com minúcia, relatamos o ocorrido com objetividade, mas sem esquecer de colocar um toque de criatividade no texto. Sinceramente, não acho nosso trabalho nem um pouco técnico, não acredito que possamos ser substituídos por robôs.

 

Passamos quatro anos na faculdade estudando profundamente a comunicação, e como fazê-la. Não é possível que a gente estude, se capacite na área, para chegar uma máquina e assumir o nosso lugar. Eu sou uma pessoa a favor da tecnologia, da modernidade, mas nesse caso me considero super careta.

 

E eu achando que o nosso maior problema era o fim da exigência do diploma...

Planejando RP

no ar desde 23/Mar/2010 | postado por Patrícia Calazans | 0 comentários
23
Mar
 

A Vocus pesquisou 1836 profissionais de RP para tentar levantar o que mudou na percepção deles sobre o setor onde atuam, depois de um ano reconhecido por eles como "de tremendas mudanças" nos EUA. Ao mesmo tempo, queriam saber até onde a nova mídia teria impactado essa percepção e onde isso poderia levar na projeção para 2010.

 

O lado ruim da história: 64% concordam que 2010 será um ano mais difícil para planejar ações de RP junto às empresas. Segundo a pesquisa, isso indica a falta de confiança sobre a eficiência da chamada nova mídia como uma ferramenta que possa fazer diferença nas ações de RP.

 

Mesmo os 20% que dizem que o ano não apresentará dificuldades, declaram que não sabem como incorporar esses novos canais às suas estratégias. Desconhecimento e medo, é isso o que fica claro quando o assunto é RP e novas mídias. Por outro lado, a pesquisa mostra também  que 42% dos respondentes acham que os orçamentos destinados às ações de RP permanecerão os mesmos do ano passado ( o que não deixa de ser uma boa notícia..). O engraçado é que os que acreditam que o orçamento deverá crescer um pouco (24%) e os que acham que vai diminuir (21%) estão praticamente empatados..

 

Oh...dúvida cruel!

Vivendo a internet

no ar desde 09/Fev/2010 | postado por Tacyana Viard | 0 comentários
09
Fev
 

Proferir uma frase utilizando as palavras Linkedin, Zoho, Twitter, Facebook soa bonito e atual. Confesso que sou lenta na adaptação a tecnologias. A confissão vinda de uma jornalista pode parecer uma falha - e talvez seja mesmo. Demorei a entrar no twitter e a entender sua razão de existir na vida das pessoas. Afinal, é mais uma senha para decorar e mais uma tarefa na agenda diária. Só hoje acessei o Facebook após a abertura de uma conta.

 

Por mais que eu acabe 'chovendo no molhado' com esse texto, a internet tem ganho um espaço cada vez maior em nossa vida. O Ibope Nielsen Online apontou, em novembro do ano passado, que 66 horas do mês de cada brasileiro é dedicada à internet. Ao fazer o cálculo do que isso representa diariamente, vejo que nós, jornalistas, ultrapassamos esse índice. Estamos conectadas durante todo o expediente - seja para leitura de notícia, pesquisa, visita a site de cliente e, por que não, acessar clippings de clientes.

Agora mesmo estava procurando pesquisas e temas que me norteassem sobre o quê escrever para o blog. Não achei e não recorri a nenhum tipo de material impresso. Sei que não encontrarei facilmente neles - são bem restritos à factualidade. E isso não é falha ou mérito, é característica. Na internet, temos ampla diversidade de assuntos. Nela, podemos ver o que aconteceu tanto no Big Brother como Fórum Social Mundial. O que vai determinar nosso nível de aproveitamento da ferramenta é o filtro do que devemos absorver. É muita informação para pouco tempo e, quiçá, utilidade. Como tanto reforçam os publicitários, moderação para o bom uso; e como dizem os mais antigos, caldo de galinha não faz mal a ninguém, então, também cautela com as informações.

Que papo é esse?

no ar desde 27/Jan/2010 | postado por Patrícia Calazans | 0 comentários
27
Jan
 

É cada vez mais difícil reter  o que se ouve.  Acabo de ler que  as pessoas esquecem mais de 75% das informações que recebem diariamente. Quase uma amnésia coletiva.

 

Recebemos mais informações do que somos capazes de reter. Muitas dessas informações servem somente para distrair a mente, que tiram o foco do que é importante: spams, pop-ups, tweets, mensagens de texto. Conteúdos vinculados a vida pessoal e profissional.

 

Este é o nível de ruído que o porta-voz de uma organização precisa enfrentar quando tenta estabelecer um diálogo com um formador de opinião, jornalista, blogueiro, analista de mercado. Isso sem falar que é mesmo dificil controlar a língua e a maior parte dos porta-vozes, mesmo aqueles bem treinados, fala pelos cotovelos. É chato ter que admitir, mas quando a gente tenta cobrir muitos tópicos numa só conversa, a tendência é que o conteúdo seja esquecido, ou pior, confundido.

 

É preciso reaprender a falar menos. Uma conversa só é capaz de ser bem compreendida, quando é tratada por tópicos capazes de gerar uma interação entre quem fala e quem ouve.  Começar dando uma visão geral do assunto para induzir o interesse, as perguntas. E ai, sim, partir para os detalhes.
A dica é focar nos 25% do conteúdo que importa. Só assim se tem chance de deixar algum registro na memória de quem ouve.

2009 um ano de descobertas

no ar desde 08/Jan/2010 | postado por Autor | 0 comentários
08
Jan
 

O ano de 2009 fervilhou com intensas discussões sobre o papel das mídias sociais e a participação, cada vez maior, dos usuários. No Brasil, o Twitter e o Facebook conquistaram cada vez mais adeptos, enquanto que o Orkut ganhou uma cara nova. De acordo com a matéria “Rede sociais internas são tendências para as empresas em 2010”  jornalista Gilberto Pavoni, traz um estudo global feito pela consultora Watson Wyatt em que apresenta a adoção das redes sociais nos processos de comunicação. Segundo a pesquisa, cerca de 65% das empresas planejam utilizar as mídias sociais para melhorar seus processos internos de comunicação no próximo ano.

Em vista dessa perspectiva positiva, fica claro que, em 2010, a presença das redes sociais estará mais do que consolidada, passando a fazer parte não só da vida de milhares de usuários no mundo todo, mas também dos planos das empresas.

Clientes como interlocutores no diálogo

no ar desde 02/Dez/2009 | postado por Autor | 0 comentários
02
Dez
 

O Brasil é um dos usuários mais fortes de mídia sociais. Dos 20 milhões de usuários do Twitter, por exemplo, 15% são brasileiros. Somos usuários fortes também do Facebook, LinkedIn, Orkut, um pouco menos do MySpace. Ainda não vi uma pesquisa específica justificando porque gostamos tanto dos relacionamentos on line, mas meu palpite é que isso faz parte da nossa cultura, o brasileiro é sociável, seja numa mesa de bar, na praia ou na frente da tela de um computador.

Li uma pesquisa divulgada pela Weber Shandwick, empresa de RP, a qual a Press é afiliada no Brasil, sobre o assunto: “Do Fortune 100 companies need a Tweetervention?” link. A agência entrevistou as 100 maiores empresas da Fortune e constatou que todas elas usam o Twitter. Algumas com finalidade de lançar uma marca nova ou consolidar um produto, outras para incrementar suas vendas e uma parcela pequena, mas com significativos 9%, descobriram no Twitter uma ótima ferramente de relacionamento com o consumidor. A pesquisa conclui que muitas dessas empresas não sabem como usar o Twitter de forma eficiente, mas pelo menos estão lá, presentes, e continuam tentando. E olha que estamos falando de gigantes, empresas que contam com um time de marketing e comunicação maior do que todos os funcionários juntos de boa parte dos nossos clientes.

O fato é que tanto quem faz quanto quem usa está investindo nas mídias sociais. Para oferecer esse tipo de serviço aos nossos clientes, estamos estudando, observando quem faz bem, lendo a respeito e, principalmente, procurando entender como buscar meios para medir, mensurar valor a esses esforços.

Sempre costumo dizer que o ótimo é inimigo do bom. Por isso, enquanto não chegamos à perfeição no domínio das mídias sociais, a Press vai continuar apoiando seus clientes que desejam engajar-se nesse diálogo. Ignorar as mídias sociais é ficar calado durante a conversa mais interessante, quando você tem um monte de coisas para contar, várias opiniões para compartilhar. E isso é a essência do que fazemos em comunicação empresarial: engajar nossos clientes como interlocutores no diálogo.

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