O Brasil é um dos usuários mais fortes de mídia sociais. Dos 20 milhões de usuários do Twitter, por exemplo, 15% são brasileiros. Somos usuários fortes também do Facebook, LinkedIn, Orkut, um pouco menos do MySpace. Ainda não vi uma pesquisa específica justificando porque gostamos tanto dos relacionamentos on line, mas meu palpite é que isso faz parte da nossa cultura, o brasileiro é sociável, seja numa mesa de bar, na praia ou na frente da tela de um computador.
Li uma pesquisa divulgada pela Weber Shandwick, empresa de RP, a qual a Press é afiliada no Brasil, sobre o assunto: “Do Fortune 100 companies need a Tweetervention?” link. A agência entrevistou as 100 maiores empresas da Fortune e constatou que todas elas usam o Twitter. Algumas com finalidade de lançar uma marca nova ou consolidar um produto, outras para incrementar suas vendas e uma parcela pequena, mas com significativos 9%, descobriram no Twitter uma ótima ferramente de relacionamento com o consumidor. A pesquisa conclui que muitas dessas empresas não sabem como usar o Twitter de forma eficiente, mas pelo menos estão lá, presentes, e continuam tentando. E olha que estamos falando de gigantes, empresas que contam com um time de marketing e comunicação maior do que todos os funcionários juntos de boa parte dos nossos clientes.
O fato é que tanto quem faz quanto quem usa está investindo nas mídias sociais. Para oferecer esse tipo de serviço aos nossos clientes, estamos estudando, observando quem faz bem, lendo a respeito e, principalmente, procurando entender como buscar meios para medir, mensurar valor a esses esforços.
Sempre costumo dizer que o ótimo é inimigo do bom. Por isso, enquanto não chegamos à perfeição no domínio das mídias sociais, a Press vai continuar apoiando seus clientes que desejam engajar-se nesse diálogo. Ignorar as mídias sociais é ficar calado durante a conversa mais interessante, quando você tem um monte de coisas para contar, várias opiniões para compartilhar. E isso é a essência do que fazemos em comunicação empresarial: engajar nossos clientes como interlocutores no diálogo.